Dor que vem
de fora e vem de dentro
Finca e
fica, sai e irradia
Corroe
lentamente os olhos, a pele, a alma...
Montes de
pedras alucinadas querendo rolar
Penedos imponentes
teimando em ficar
Montanha com
topo em neve e pés de ovelhas a pastar
Saras, Marias,
Palmiras, fortalezas moldadas pelo frio, olhar curioso, doçura de mãos ásperas
e roupas escuras
Para onde
foram os braços fortes que acalentam nas noites duras?
Sai e se
esvai...
Volta e
fica!
Zenaide Galvão 06/03/2011
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